Lilys Garden Quest: uma história real transformada em game
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Braid, Never Alone, Unravel… o que não faltam são exemplos de games com histórias inspiradas nas experiências pessoais de seus produtores. Principalmente no segmento de jogos independentes.
Com equipes menores e uma licença criativa maior do que a dos jogos de grandes estúdios, os indie tendem a ter uma significativa proximidade entre o resultado final e a visão de mundo de seus produtores.
Lily’s Garden Quest, um dos games aqui do Valin Arcade tem essa característica: ele é totalmente inspirado nas histórias vividas por suas produtoras, Laysla Nogueira e Júlia Flávia, com suas avós e avôs.
Dos jardins para os games
No game, desenvolvido durante uma Game Jam do Vale dos Inconfidentes, você ajuda a jovem Lily a restaurar o jardim mágico de sua avó, coletando flores encantadas e derrotando pragas malvadas que estão roubando a beleza do lugar.
Apesar de chegar com uma sinopse relativamente simples, Lily’s Garden Quest é uma aventura carregada de profundidade e personalidade.
“Criamos a história do jogo inspirados no vínculo que temos com nossos avós”, me contou Laysla. “A Júlia sempre ouvia histórias contadas pelo avô dela, enquanto eu cresci observando meu avô e minha avó cuidando com carinho do jardim deles. Essa conexão com nossas memórias nos motivou a trazer essa essência para o jogo, buscando transmitir a importância desses momentos e o valor das relações entre gerações”.
Com uma direção de arte inspirada em games como Super Mario World e livros como O Jardim Secreto, Lily’s Garden Quest surpreendeu jurados e participantes da Game Jam com seu apuro visual e conexão entre design e enredo, capaz de traduzir para as telas a magia que a dupla de produtoras sentia nos quintais e jardins onde passaram parte da infância.
Jogos Digitais como impulso criativo
Moradora da cidade de Itabirito (MG), Laysla conhece de perto a dificuldade em se tentar trabalhar com algo diferente da exploração mineral na região do quadrilátero aquífero-ferrífero.
“A economia da cidade é amplamente baseada na mineração, o que limita as oportunidades de trabalho em outras áreas. No entanto, acredito que é possível explorar alternativas. Muitas pessoas estão buscando caminhos criativos e investindo em outras áreas, como tecnologia, arte e empreendedorismo”.
No entanto, assim como aconteceu com o Lucas, o aluno de Itabirito conseguiu trabalho como produtor de games logo após a edição da nossa game jam, agora, os participantes do evento tem conseguido ver na produção de games uma possibilidade de emprego e renda para além da mineração.
Empreendedorismo digital com o pé em vivências reais

Aqui no Valin — Vale dos Inconfidentes nós batemos bastante na tecla de que é impossível tentar criar um cenário de diversificação econômica para a região histórica de Minas sem que essa diversificação tenha relação com a vivência das pessoas. E se a inovação tecnológica é um dos caminhos para reduzir a dependência dos municípios ao setor extrativista, a produção de games, principalmente daqueles que nascem com uma ligação autêntica com a cultura local, pode ser uma das melhores formas de se trilhar rumo a esse horizonte.
“Jogos sempre fizeram parte da minha vida, desde jogar com meu pai quando era pequena, até os momentos com meu namorado e minha melhor amiga, Júlia. Essa vivência me despertou a curiosidade de entender como um jogo é construído, e participar da Game Jam foi uma oportunidade perfeita para isso”, acrescenta uma das produtoras de Lily’s Garden Quest.
Jogue agora mesmo o game Lily’s Garden Quest aqui no Valin Arcade
Resultados que o Valin já cravou no mercado de games em Minas
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O mercado de games em Minas Gerais tem se mostrado crescente e promissor, especialmente no segmento de jogos independentes.
Em 2022, conforme relatório da GAMinG, Associação Mineira de Jogos Digitais, os estúdios mineiros abriram 117 vagas de emprego, das quais 97 foram fixas. Esses profissionais contribuíram para o desenvolvimento de 45 jogos, com 5 lançamentos oficiais em plataformas como PC, dispositivos móveis e videogames.
Além disso, a acessibilidade de ferramentas de desenvolvimento tem sido um fator crucial para o crescimento do setor. Muitos estúdios utilizam softwares avançados, antes restritos a grandes empresas, agora disponíveis gratuitamente, o que facilita a entrada de novos desenvolvedores no mercado
Porém, mesmo com todos esses números e resultados, o mercado mineiro ainda pode crescer bastante, impactando tanto o setor cultural do estado, quanto o de inovação e tecnologia. E é nesse caminho que o Valin e a I Love Pixel tem apostado, principalmente nas cidades históricas de minas.
Primeiros eventos com a temática produção de games do interior de Minas
O Valin Week Games, realizado em 2022 em Ouro Preto (MG), destacou-se como um marco para consolidar a cidade como um pólo emergente na área de games e inovação tecnológica em Minas Gerais. O evento aconteceu de 18 a 20 de agosto e trouxe uma programação variada, incluindo palestras, paineis, oficinas de programação e design de jogos, além de atividades culturais. Entre os destaques, estiveram discussões sobre os mercados de animação e música no estado, além de iniciativas voltadas a estudantes da rede pública.
Além disso, o evento promoveu o networking entre profissionais e empreendedores, fortalecendo a comunidade criativa. A experiência foi enriquecida por shows gratuitos de bandas como Far From Alaska e Remobília, criando um ambiente inspirador que combinou cultura e tecnologia.
Essa primeira edição temática sobre games no interior de Minas reforçou o papel do Valin em fomentar o ecossistema de inovação no Vale dos Inconfidentes, consolidando a região como referência para iniciativas tecnológicas e criativas.
Diversificação econômica através da produção de jogos digitais
Com o apoio da SAMARCO desde 2022, o Valin Week tem como objetivo diversificar a economia do Quadrilátero Aquífero-Ferrífero de Minas Gerais por meio do incentivo à cultura digital e ao uso da tecnologia. Uma das principais iniciativas do evento são as oficinas destinadas a alunos da rede pública, nas quais eles aprendem a desenvolver seus próprios jogos.
Essas oficinas não apenas introduzem jovens ao universo da criação digital, mas também ampliam suas perspectivas de carreira e renda. Para muitos, a inovação, antes vista como algo distante, passa a ser uma oportunidade concreta de futuro.
O contato com o mercado tecnológico demonstra que, mesmo em regiões tradicionalmente ligadas à mineração, é possível construir caminhos ligados à economia criativa e à transformação digital, contribuindo para a sustentabilidade econômica e social das comunidades locais.
Game Jam com resultados para Itabirito
Recentemente contamos por aqui no Diário de bordo a história do Lucas Rodrigues, aluno da cidade de Itabirito, que, após participar de uma game jam produzida pelo Valin em sua cidade, não apenas venceu o campeonato como saiu de lá como seu primeiro freela no segmento de produção de games.

Como comentou o Lucas na postagem: “A realização da game jam, para mim, foi a consolidação dessa visível mudança sobre a cidade, onde que, o movimento em se desenvolver para outras áreas fora a mineração, e que tenham foco em tecnologia e inovação, é real”.
Para completar, o estudante disse que conhece “muitas pessoas muito talentosas quando o assunto envolve a cultura digital, mas assim como eu, se sentiam presas e limitadas na região. Entretanto, o impacto da mudança já é real, e acho que muito em breve poderemos ver grandes projetos vindos exatamente daqui”.
Ao longo de pouco mais de 2 anos, o Valin já impactou mais de 500 alunos das cidades de Congonhas, Itabirito, Mariana e Ouro Preto com suas oficinas e capacitações sobre o mercado de produção de games em Minas.
Mas isso é só o começo. Queremos fazer ainda muito mais para este setor no Estado.
Confira alguns dos games produzidos em nossas oficinas na página de jogos aqui do Valin Arcade.
Aluno de Itabirito consegue trabalho como produtor de games
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Itabirito é uma pequena cidade do interior de Minas, localizada a menos de 60 km da capital. E é seguro dizer que o assunto produção de games não seja muito comum entre seus pouco mais de 53 mil habitantes.
Ou pelo menos não era comum.
Em agosto de 2024, o Valin, em parceria com a Secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico e o IFMG, levou para a cidade uma espécie de aquecimento para o Valin Arcade: a Arena Tech, um espaço para a criação, competição e experimentação de games e novas tecnologias.
Foi através de uma game jam proporcionada pela comunidade dentro do espaço da Arena Tech que surgiram os primeiros projetos de games da cidade… e também o primeiro trabalho profissional nessa área.
É aqui que entra o Lucas Rodrigues e seu Solarpunk 2077.
Lucas e o Solarpunk 2077
Lucas tem 19 anos, é itabiritense e aluno do terceiro semestre de Matemática Computacional na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Apaixonado por animação desde pequeno, foi procurando saber mais sobre o mundo dos desenhos animados que ele acabou caindo nas tecnologias por trás destes tipos de filmes, que se conectam em alguns pontos com a produção de games.
No entanto, parecia que sua cidade, ultra dependente da mineração na economia, não daria espaço para esses outros tipos de conhecimentos e segmentos de trabalho. Até que o Valin chegou com a proposta da Arena Tech e uma temática específica para quem quisesse participar de uma game jam: solarpunk, a versão ecológica e menos sombria do cyberpunk.
Lucas se empolgou com a game jam, curtiu a temática e se inscreveu com a proposta de Solarpunk 2077, que vinha com a seguinte sinopse:
“Num futuro utópico, a humanidade alcançou um nível de desenvolvimento tecnológico sem precedentes, avançando de forma sustentável. Contudo, nem tudo é perfeito, e a natureza do universo é de constante transformação: o sol está prestes a entrar em colapso!
Ciente desse destino inevitável, a humanidade deu início ao Projeto Arca, que transferiu todos os seres humanos e animais para um novo planeta habitável. No entanto, para preservar a memória da Terra e documentar a evolução da civilização, foi lançada uma missão especial. Sua tarefa é coletar registros valiosos sobre a história do planeta. Essa missão foi confiada ao mais habilidoso astronauta de todos os tempos, Alfredo, acompanhado por seu fiel robô assistente, LuNe-SR5000. Juntos, eles embarcam em uma jornada de volta à Terra, que está à beira de ser consumida pela fúria do Sol.”
Inspiração nos clássicos (e nos indie)
Em Solarpunk 2077, Lucas trouxe referências (de roteiro, mecânica e visuais) de games que estavam em seu imaginário e que criaram sua bagagem cultural de games.
“Minecraft, Tetris, Super Chicken Jumper, Journey e Gris são jogos incríveis, bem diferentes entre si, e que me chamam a atenção por terem uma premissa inicial simples, porém constroem dessa base uma experiência complexa, e de forma magistral”.
A força das gincanas de programação
Ao longo de 3 dias de oficinas e contato com profissionais da área, Lucas e outros participantes da Arena Tech puderam não só aprender a tirar suas ideias do papel, como entender que, sim, seria possível viver da produção de games até mesmo em pequenas cidades do interior.
O que ajudaria a fazer com que este movimento não terminasse logo após o evento.
“Apesar de gostar de criar jogos, eu sempre tive um pé atrás sobre se eu realmente conseguiria entrar nesse mercado, eu enxergava que as “verdadeiras” oportunidades não estavam palpáveis a mim. Era uma visão limitada onde eu só conseguiria viver disso se entrasse em uma empresa grande de desenvolvimento, ou tentasse nadar no oceano incerto do desenvolvimento de jogos indie. Mas participar da game jam, principalmente das palestras, me abriu uma nova visão sobre esse mercado no Brasil, e até mesmo na minha região”.
Vencedor da competição, Lucas saiu da game jam não só com o primeiro lugar e um Nintendo Switch novinho em mãos, mas também, seu primeiro trabalho (bem) remunerado na área.
“Atualmente eu decidi de fato começar a desenvolver meus projetos comerciais, totalmente inspirado na experiência proporcionada na jam de poder ouvir e conversar com desenvolvedores já experientes e atuantes na área. Tive inclusive, a incrível oportunidade de começar na área logo depois da competição, recebendo a oportunidade de trabalhar com o Ronaldo Gazel [ integrante do Valin e um dos professores da Arena Tech ], que conheceu meu trabalho pela jam”
Sem essa de Inteligência Artificial
Por conta do tempo de realização da game jam, dentro da Arena Tech foi liberado utilizar Inteligência Artificial para a produção do design dos jogos. No entanto, mesmo com isso, Lucas resolveu fazer a mão cada personagem e cenário do seu game antes de escanear o design para o computador.
Além do roteiro e do apuro técnico na programação, esse caminho criativo chamou a atenção dos jurados, que viram o empenho do participante e um resultado bastante diferenciado no quesito artístico.
Talvez a sua curiosidade lá de trás, por saber como eram feitas animações, tenha gerado bons resultados aqui, alguns anos depois.
Nós, do Valin, acreditamos que é possível, sim, criar novos caminhos para a economia e para a cultura das cidades do interior de Minas. Principalmente aquelas, hoje, ainda dependentes da mineração, como é o caso de Itabirito.
O caso do Lucas e da Arena Tech, ação conectada com o Valin Arcade, é a prova disso e quem pode dizer mais a respeito é o próprio estudante, vencedor da gincana:
“A realização da game jam, para mim, foi a consolidação dessa visível mudança sobre a cidade, onde que, o movimento em se desenvolver para outras áreas fora a mineração, e que tenham foco em tecnologia e inovação, é real.
Acredito que com novas ações, e investimentos, Itabirito tem tudo para ser uma referência nessas áreas, assim como já é em outras. Conheço muitas pessoas muito talentosas quando o assunto envolve a cultura digital, mas assim como eu, se sentiam presas e limitadas na região. Entretanto, o impacto da mudança já é real, e acho que muito em breve poderemos ver grandes projetos vindos exatamente daqui”.

Participaram nessa ação do Valin os integrantes da comunidade: Ronaldo Gazel (professor na game jam), Alexandre Santana (jurado), Andrea Senna (planejamento) e Kelson Douglas (organizador e community leader).
Como a produção de games tem criado um novo futuro para Mariana
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Após os rompimentos da barragem de Fundão, em Mariana (2015), e da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (2019), começou-se a falar bastante a respeito da necessidade de se diversificar a economia das cidades minerárias.
No entanto, esta não é uma tarefa fácil e rápida de se executar. É preciso criar uma mentalidade diferente nas faixas mais novas da população, mostrando que é possível trabalhar e ter uma boa renda em profissões ainda pouco tradicionais na região.
É aqui que entram o mercado de produção de games e as ações do Valin Arcade.
Tecnologia e a diversificação econômica para Mariana
Com articulação da Samarco, foram feitas diversas pesquisas e entrevistas entre 2020 e 2021 para entender quais seriam os melhores caminhos para se pensar na diversificação econômica de Mariana e Ouro Preto. Nós, do Valin — Vale dos Inconfidentes, participamos de todas as etapas deste processo.
A partir daí ficou claro que o incentivo à produção tecnológica seria um dos caminhos possíveis para se pensar nessa tão sonhada diversificação.
Porém, apesar da região contar com dois campi de uma universidade pública e um campus do instituto federal, ao longo dos últimos anos poucas empresas ou projetos de destaque no segmento de inovação mercadológica surgiram por aqui.
Seria preciso não só oferecer treinamento qualificado para a população, mas, além disso, tornar o conhecimento mais prazeroso, interessante e de acordo com a realidade, principalmente do público mais jovem — pouco interessado em coisas como startups.
Com isso em mente entendemos que o incentivo à produção de games seria interessante para dar esse passo no mundo da tecnologia, chegando, por consequência, à diversificação econômica.
Inovação através da produção de games
Frutos da cibercultura, os games são uma mistura da cultura tradicional (em especial do audiovisual) com novas tecnologias.
Por isso entendemos que ao falar da produção desse tipo de material, podemos ampliar o interesse dos jovens pelo conhecimento tecnológico atual através também da cultura, sem se preocupar em um primeiro momento com problemas de mercado, que muitas vezes espantam a curiosidade de um público mais novo.
O que não quer dizer que emprego e renda não estejam atrelados à produção de jogos digitais.
O cenário da produção de games em Minas
De acordo com um relatório de 2022 da GAMinG – Associação Mineira de Jogos Digitais, o mercado de jogos digitais em Minas Gerais apresentou um crescimento notável. Apenas no ano passado, as produtoras e estúdios do estado abriram cerca de 117 vagas, sendo 97 para empregos fixos. Essas oportunidades permitiram o desenvolvimento de 45 jogos, dos quais cinco foram oficialmente lançados para plataformas como PC, celulares e videogames.
Além disso, Minas Gerais se destaca por suas empresas renomadas no setor, como a Long Hat House, responsável pelo premiado jogo Dandara, e a Umbu Games, conhecida por colaborações com grandes marcas como Nickelodeon.
A Rogue Snail, embora atualmente com sede em outro estado, começou sua trajetória em Minas e mantém laços com a indústria local, sendo responsável por lançamentos como Relic Hunters: Rebeldes, distribuído pela Netflix.
O estado abriga cerca de 30 empresas focadas no desenvolvimento de games, consolidando-se como um dos principais polos do Brasil nessa área. O mercado nacional de jogos digitais, por sua vez, movimenta mais de 1,5 bilhão de dólares anualmente e cresce a passos largos, com Minas Gerais ocupando posição de destaque nesse cenário.
Eventos como o Valin Week, promovido pelo Valin — Vale dos Inconfidentes, reforçam o potencial da região ao conectar desenvolvedores, investidores e entusiastas do setor.
Primeiros resultados do Valin Week e Valin Arcade
Ao longo de 3 edições focadas no mundo dos games, o Valin Week, principal evento de cultura digital e tecnologia do interior de Minas, levou suas oficinas de produção de games para mais de 500 estudantes da rede pública de Mariana e Ouro Preto. E isso sem falar de mais algumas dezenas de alunos e alunas impactadas por outras ações do Valin em Congonhas e Itabirito.
Depois destas ações, recebemos alguns retornos de educadores, líderes de empresas de tecnologia da região e alunos dizendo que:
- Durante o período das ações do Valin, alunos com alguma dificuldade em sala de aula tiveram melhora no rendimento;
- Empresas de base tecnológica de Ouro Preto receberam pela primeira vez currículos de estudantes do ensino médio já interessados em estagiar por lá;
- Estudantes mais novos se sentiram atraídos pela primeira vez pelo mercado de tecnologia;
- Participantes de ações como a nossa game jam conseguiram seus primeiros trabalhos remunerados — com rendimento de 3 a 4 vezes maior do que a média da região — na área de produção de games após participar da ação.